Era uma vez um ponto. O ponto terminava
a frase e perguntou à vírgula:
– Vírgula, o que é que tu andas a fazer
no meio da frase?
– Estou a fazer uma pausa na frase.
E o ponto diz:
– Para mim não é preciso, Vírgula!
– Mas, para mim, é preciso. Eu sou muito
útil, para separar as expressões!
– Então é para isso que tu serves?
– Se não sabias para o que sirvo, já
sabes um pouco e, se fores à matemática, pode ser que me encontres por lá
também.
E o ponto lembrou-se:
– Falas de matemática? Olha que por lá eu
faço…
– O que fazes? Diz lá!
– Faço gráficos de pontos, linhas, retas numéricas e
muito mais. Quando me desloco a mudar de direção…
… Traço linhas curvas e quando vou sempre na mesma direção, faço…
RETAS!
– Encontro-me quando se cruzam…
– Olha, olha! Que importância matemática!? Ena!… E eu separo €uros de cêntimos no bolso das pessoas…
unidades, de décimas
e centésimas… Sabes o que isso é?
CDU,dcm
…Unidades, décimas… Certo?
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